O período de seca mal começou e Paraíba do Sul já registra diversos focos de queimadas.
Com a chegada do inverno as chuvas caem com menor freqüência, a vegetação seca e aumenta consideravelmente os riscos de queimadas.
Fogo em pastagens, áreas de preservação ambiental, às margens de rodovias polui o ar, causa estragos ambientais e coloca em risco a saúde da população.
O período de estiagem está apenas no começo, e Paraíba do Sul já registrou nos últimos dias diversos focos de incêndios. No domingo (07), uma parte do Morro da Torre, mais uma vez, ardeu em chamas, destruindo a pastagem e colocando em risco o pouco de mata que ainda existe na parte de trás da montanha, - que alias, é vizinha do Parque de Águas Minerais Salutaris, que, no ano passado, se viu ameaçado com diversas queimadas.
Em muitos caos o fogo é ateado por pessoas displicentes, que buscam queimar pastagens, limpar terrenos ou até mesmo jogando bitucas de cigarros às margens de rodovias sem se atentarem para o delito que estão cometendo. Todavia, em determinados casos os incêndio são criminosos, provocados com a intenção de causar estragos e prejuízos.
Em todos os casos, causados por displicência ou de forma intencional, a legislação prevê punições severas e até cadeia aos responsáveis por provocar queimadas.
O artigo 250 do Código Penal Brasileiro diz que; “causar incêndio, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem”, acarreta em uma pena que varia de 3 a 6 anos de reclusão e multa.
