Na "Pátria Educadora" de Dilma, ainda há 2,7 milhões de jovens fora das escolas.
De acordo com matéria do jornal "O Globo" as informações sobre o não cumprimento da universalização foram coletadas a partir de estatísticas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e pela ONG "Todos Pela Educação". Segundo Priscila Cruz, presidente da ONG ouvida pelo jornal, alguns dos entraves para a universalização são o acesso para crianças com necessidades especiais e o abandono no ensino médio, que chega a 9,5% no primeiro ano.
Outra preocupação para a universalização é a crise econômica imposta pelo governo Dilma ao país, que atinge os orçamentos federal, estadual e municipal. A redução de recursos pode retardar a velocidade dos avanços ou até mesmo impor retrocessos na educação.
A presidente da ONG acredita que os impactos nos índices da Educação podem ser sentidos já em 2016. “Os cortes (orçamentários) podem ter reflexo na qualidade e também nas matrículas, porque o aumento da oferta tem relação direta com custo. Você até pode melhorar a gestão, existem politicas que não têm relação tão direta com o custo, mas matrícula sim. Tem que construir mais escolas, contratar mais professor, comprar mais material… A falta de recurso tem reflexo direto nisso”, disse ao jornal "O Globo".