quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Paraíba do Sul, por que homenagear homens perversos?

A profusão de estátuas espalhadas pelas ruas, praças e outras áreas públicas de Paraíba do Sul que homenageiam personalidades sem qualquer tipo de ligação com o Brasil, tão pouco com o município, há anos vêm gerando polêmica entre os sul-paraibanos. E não é pra menos, já que entre os "agraciados", estão figuras como Che Guevara, Yasser Arafat e Fidel Castro.

Os monumentos foram erguidos durante o governo do ex-prefeito Rogério Onofre. A inauguração da estátua de Yassef Arafat teve repercussão garantida nos principais jornais do país: "Paraíba do Sul terá monumento em honra a Arafat", foi o título da matéria do "Estadão". Já o jornal "Estado de S. Paulo", o diário mais lido do Brasil, noticiou: "Paraíba do Sul perpetua Arafat".

Após vários anos, a polêmica que envolve as três estátuas, se arrefeceu. Todavia, quem se debruça sobre a história destes homens, rapidamente descobre que se trata de figuras sinistras e controversas.

O PS-mail convida você, cidadão sul-paraibano, a examinar uma parte da biografia destas figuras que costumam ser exaltadas pela esquerda brasileira.

Yasser Arafat (1929-2004)


Arafat
Yasser Arafat é fundador da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), e tinha muitos segredos, incluindo conspirações, tramas e golpes terroristas contra Israel.
a estátua de Arafat fica numa
das cabeceiras da Ponte 
da Parahyba, no Centro

Por esses e muitos outros crimes, a ONU e outras entidades e indivíduos contra Israel o honravam. Honravam um homem que viveu na desonra e morreu na desonra. Mesmo com todas essas ligações, Arafat teve a consideração e o respeito de uma multidão de indivíduos radicais no Brasil, nos EUA e até em Israel, inclusive Lula e Bill Clinton. Todos esses indivíduos têm uma característica em comum: são guiados por um esquerdismo doentio.

Arafat escapou de merecidas condenações por seus crimes, mas morreu como um agente anti-semita e anti-Israel.

Che Guevara
(1928-1967) 

Che Guevara nasceu na Argentina no seio de uma família da classe acomodada e aristocrática daquele país. Em 1954, conheceu os irmãos Raul e Fidel Castro e entrou para o grupo revolucionário dos Castros que se instalou em Cuba e pretendiam derrubar o governo de Fulgencio Batista, que era apoiado pelos Estados Unidos, e implantar o socialismo. Após a vitória dos revolucionários, em 1959, e a implantação do socialismo na ilha, Che Guevara tornou-se membro do governo cubano de Fidel Castro, exercendo as funções de embaixador, presidente do Banco Nacional e Ministro da Indústria.
estátua de Che Guevara
no Jardim Velho 

Che Guevara também era o vice-comandante, o carrasco-chefe e o principal contato da KGB (organização de serviços secretos da ex-União Soviética), em um regime que proibiu eleições e aboliu a propriedade privada. A polícia desse regime, supervisionada pela KGB, empregava a tática da "visita da meia-noite" e do "ataque pela manhã", capturou e enjaulou mais prisioneiros políticos em proporção à população do que Stalin, e executou mais pessoas (em uma população de apenas 6,4 milhões) em seus primeiros 3 anos no poder, do que Hitler (que comandava uma população de 70 milhões).

Em seu discurso na Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964, Che Guevara gritou: "Execuções? É claro que executamos! ...", gerando aplausos entusiasmados daquele "venerável" órgão. "... E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!".

Em seu livro, Che Guevara: A Biography, o autor Daniel James, escreve que o próprio Che admitiu ter ordenado "milhares" de execuções durante o primeiro ano do regime de Fidel Castro. Felix Rodriguez, o agente cubano-americano da CIA que ajudou a caçar Che na Bolívia e que foi a última pessoa a interrogá-lo, diz que o guerrilheiro, em sua última conversação, admitiu "algumas milhares" de execuções. Mas fez pouco caso delas, dizendo que todas as vítimas eram "espiões imperialistas e agentes da CIA".

"Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue", escreveu Che para a sua esposa abandonada em 1957. "Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar", escreveu logo depois. O detalhe é que essa matança de que ele gostava muito raramente era feita em combate; o que ele gostava mesmo era de matar à queima-roupa homens e garotos amarrados e vendados.


Guevara tomando uma Coca-Cola,
uns dos produtos símbolo do capitalismo
que ele dizia combater
Seus escritos revelam um jovem severamente problemático. "Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue. Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos! Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!".

O termo "ódio" era uma constante em seus escritos: "Ódio como um elemento de luta"; "um ódio que é intransigente"; "um ódio que é tão violento que impulsiona um ser humano para além de suas limitações naturais, fazendo dele uma violenta e fria máquina de matar."

*Todas as informações e citações sobre "Che" Guevara neste artigo, podem ser encontradas em detalhes no livro:
"O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram", de Humberto Fontana.

Fidel Castro

ditador cubano Fidel Castro
Fidel Castro é um "revolucionário" cubano e foi primeiro presidente do Conselho de Estado da República de Cuba (1976-2008). Até 2006 foi primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba. Castro nunca foi eleito através de eleições diretas, não permitiu a criação de partidos de oposição, nem liberdade de imprensa, resumindo: é um ditador.

Cuba é considerado um dos países com menor liberdade de imprensa do mundo. Durante o período em que esteve como líder do regime comunista cubano, Fidel foi, e continua sendo, amplamente criticado pela comunidade internacional por violações aos direitos humanos.

Para manter o regime por tantas décadas, a ditadura cubana dispõe de fortes propagandas estatais por todos os meios de comunicação possíveis a fim de dominar ideologicamente a população. Nessas propagandas, o nacionalismo exacerbado é incentivado e sobretudo o ódio aos Estados Unidos, que é a nação que os Castros consideram como seu maior inimigo, é incitado.
este é o local onde deveria estar a estátua de Fidel, no
bairro Bela Vista, na praça que leva o seu nome

O regime também se sustenta devido a grande dependência que o povo tem do Estado. Apesar desta dependência, ao contrário do que pensa o senso comum, lá nada é assegurado. Não se sabe o dia de amanhã. A população simplesmente não tem mais esperança e nem nutre sonhos.

Na Cuba de Fidel Castro há uma passividade quase que geral da nação, pois estes têm medo de ir contra o regime e receber várias punições, que podem ir de prisão, tortura e muitas das vezes até a morte.