Os monumentos foram erguidos durante o governo do ex-prefeito Rogério Onofre. A inauguração da estátua de Yassef Arafat teve repercussão garantida nos principais jornais do país: "Paraíba do Sul terá monumento em honra a Arafat", foi o título da matéria do "Estadão". Já o jornal "Estado de S. Paulo", o diário mais lido do Brasil, noticiou: "Paraíba do Sul perpetua Arafat".
Após vários anos, a polêmica que envolve as três estátuas, se arrefeceu. Todavia, quem se debruça sobre a história destes homens, rapidamente descobre que se trata de figuras sinistras e controversas.
O PS-mail convida você, cidadão sul-paraibano, a examinar uma parte da biografia destas figuras que costumam ser exaltadas pela esquerda brasileira.
Yasser Arafat (1929-2004)
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| Arafat |
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a estátua de Arafat fica numa
das cabeceiras da Ponte
da Parahyba, no Centro
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Por esses e muitos outros crimes, a ONU e outras entidades e indivíduos contra Israel o honravam. Honravam um homem que viveu na desonra e morreu na desonra. Mesmo com todas essas ligações, Arafat teve a consideração e o respeito de uma multidão de indivíduos radicais no Brasil, nos EUA e até em Israel, inclusive Lula e Bill Clinton. Todos esses indivíduos têm uma característica em comum: são guiados por um esquerdismo doentio.
Arafat escapou de merecidas condenações por seus crimes, mas morreu como um agente anti-semita e anti-Israel.
Che Guevara (1928-1967)
Che Guevara nasceu na Argentina no seio de uma família da classe acomodada e aristocrática daquele país. Em 1954, conheceu os irmãos Raul e Fidel Castro e entrou para o grupo revolucionário dos Castros que se instalou em Cuba e pretendiam derrubar o governo de Fulgencio Batista, que era apoiado pelos Estados Unidos, e implantar o socialismo. Após a vitória dos revolucionários, em 1959, e a implantação do socialismo na ilha, Che Guevara tornou-se membro do governo cubano de Fidel Castro, exercendo as funções de embaixador, presidente do Banco Nacional e Ministro da Indústria.
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| estátua de Che Guevara no Jardim Velho |
Che Guevara também era o vice-comandante, o carrasco-chefe e o principal contato da KGB (organização de serviços secretos da ex-União Soviética), em um regime que proibiu eleições e aboliu a propriedade privada. A polícia desse regime, supervisionada pela KGB, empregava a tática da "visita da meia-noite" e do "ataque pela manhã", capturou e enjaulou mais prisioneiros políticos em proporção à população do que Stalin, e executou mais pessoas (em uma população de apenas 6,4 milhões) em seus primeiros 3 anos no poder, do que Hitler (que comandava uma população de 70 milhões).
Em seu discurso na Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964, Che Guevara gritou: "Execuções? É claro que executamos! ...", gerando aplausos entusiasmados daquele "venerável" órgão. "... E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!".
Em seu livro, Che Guevara: A Biography, o autor Daniel James, escreve que o próprio Che admitiu ter ordenado "milhares" de execuções durante o primeiro ano do regime de Fidel Castro. Felix Rodriguez, o agente cubano-americano da CIA que ajudou a caçar Che na Bolívia e que foi a última pessoa a interrogá-lo, diz que o guerrilheiro, em sua última conversação, admitiu "algumas milhares" de execuções. Mas fez pouco caso delas, dizendo que todas as vítimas eram "espiões imperialistas e agentes da CIA".
"Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue", escreveu Che para a sua esposa abandonada em 1957. "Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar", escreveu logo depois. O detalhe é que essa matança de que ele gostava muito raramente era feita em combate; o que ele gostava mesmo era de matar à queima-roupa homens e garotos amarrados e vendados.
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| Guevara tomando uma Coca-Cola, uns dos produtos símbolo do capitalismo que ele dizia combater |
O termo "ódio" era uma constante em seus escritos: "Ódio como um elemento de luta"; "um ódio que é intransigente"; "um ódio que é tão violento que impulsiona um ser humano para além de suas limitações naturais, fazendo dele uma violenta e fria máquina de matar."
*Todas as informações e citações sobre "Che" Guevara neste artigo, podem ser encontradas em detalhes no livro:"O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram", de Humberto Fontana.
Fidel Castro
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| ditador cubano Fidel Castro |
Cuba é considerado um dos países com menor liberdade de imprensa do mundo. Durante o período em que esteve como líder do regime comunista cubano, Fidel foi, e continua sendo, amplamente criticado pela comunidade internacional por violações aos direitos humanos.
Para manter o regime por tantas décadas, a ditadura cubana dispõe de fortes propagandas estatais por todos os meios de comunicação possíveis a fim de dominar ideologicamente a população. Nessas propagandas, o nacionalismo exacerbado é incentivado e sobretudo o ódio aos Estados Unidos, que é a nação que os Castros consideram como seu maior inimigo, é incitado.
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| este é o local onde deveria estar a estátua de Fidel, no bairro Bela Vista, na praça que leva o seu nome |
O regime também se sustenta devido a grande dependência que o povo tem do Estado. Apesar desta dependência, ao contrário do que pensa o senso comum, lá nada é assegurado. Não se sabe o dia de amanhã. A população simplesmente não tem mais esperança e nem nutre sonhos.
Na Cuba de Fidel Castro há uma passividade quase que geral da nação, pois estes têm medo de ir contra o regime e receber várias punições, que podem ir de prisão, tortura e muitas das vezes até a morte.





